As filhas do fogo: um filme sobre mulheres em busca de seu erotismo

 Road-movie erótico argentino “As Filhas do Fogo”, dirigido por Albertina Carri.

Se você queria um filme feminista, pornográfico e lésbico feito todinho por mulheres e para mulheres, seus desejos serão atendidos.

Um grupo de mulheres com vontades que desafiam as regras e uma jornada em busca de novas formas de se relacionar. Este é o mote do road-movie erótico argentino “As filhas do fogo”, dirigido por Albertina Carri e com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes (um beijo pra Marina e pra Talita e parabéns a todas vocês pelo trampo!).


Já chega premiado!
Antes de estrear nos cinemas do Brasil em 14 de março de 2019, o longa circulou e foi premiado em festivais importantes pelo mundo, como Bafici 2018, San Sebastián Film Festival, Festival de Roterdã, Festival do Rio e Festival Mix Brasil 2018.

 


A diretora Albertina Carri e a atriz Mijal Katzowicz, do filme As filhas do fogo, com a roteirista Érica Sarmet e a sócia da theLvibe sexshop Marcia Soares durante estreia do filme em março de 2019, no Rio de Janeiro.



Conteúdo censurado: teve
O trailer sem cortes você pode assistir aqui no site da produtora pornô XPlastic. O Facebook, o Youtube e o Instagram, devido às cenas eróticas, censuraram o material, conforme suas políticas.

Cena de As Filhas do Fogo, filme erótico dirigido por Albertina Carri


O longa, que se passa na Patagônia argentina, explora uma jornada poliamorosa iniciada por três mulheres. Uma delas é uma cineasta, cujas anotações narram essas aventuras e investigam as histórias das personagens.

Ao longo do caminho elas encontram outras companheiras e experimentam, juntas, novas possibilidades de relacionamento.


Cena de As Filhas do Fogo, filme erótico dirigido por Albertina Carri


Sinopse

Três mulheres começam uma jornada poliamorosa em busca de prazer, diversão e novas formas de relação. Através de suas anotações, Violeta nos conta sobre as aventuras das Filhas do Fogo: um grupo de mulheres em busca de seu próprio erotismo.

Sobre a diretora

Albertina Carri é uma das personalidades que ajudaram a consolidar o conceito “Nuevo Cine Argentino” (novo cinema argentino). Ela se destaca por sua versatilidade e constante pesquisa abrangendo vários gêneros. Albertina explorou um vasto leque de assuntos que vão desde o Film Noir ao documentário, passando pela ficção, o melodrama pornográfico e o drama familiar. Diretora, produtora e roteirista, nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 1973, onde atualmente trabalha e vive.

Ao longo de sua carreira, dirigiu vários curtas-metragens, filmes de TV e cinco outros longas-metragens: “No quiero volver a casa” (2000), “Los Rubios” (2003), “Géminis” (Quinzaine des Réalisateurs Cannes - 2005), “La Rabia” (Berlinale Panorama 2008) e “Cuatreros” (Berlinale - Fórum 2017). Recebeu prêmios nos festivais de Valência, Las Palmas, Barcelona, Gijón, Bratislava, Monterrey, Transilvânia e Buenos Aires. Ela é a fundadora do Asterisco, Festival Internacional de Cinema LGBTIQ na Argentina.


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